Zizyphus lotus for COVID-19
c19early.org
COVID-19 Treatment Clinical Evidence
COVID-19 involves the interplay of 400+ viral and host proteins and factors, providing many therapeutic targets.
c19early analyzes 6,000+ studies for 210+ treatments—over 17 million hours of research.
Only three high-profit early treatments are approved in the US.
In reality, many treatments reduce risk,
with 25 low-cost treatments approved across 163 countries.
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Naso/
oropharyngeal treatment Effective Treatment directly to the primary source of initial infection. -
Healthy lifestyles Protective Exercise, sunlight, a healthy diet, and good sleep all reduce risk.
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Immune support Effective Vitamins A, C, D, and zinc show reduced risk, as with other viruses.
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Thermotherapy Effective Methods for increasing internal body temperature, enhancing immune system function.
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Systemic agents Effective Many systemic agents reduce risk, and may be required when infection progresses.
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High-profit systemic agents Conditional Effective, but with greater access and cost barriers.
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Monoclonal antibodies Limited Utility Effective but rarely used—high cost, variant dependence, IV/SC admin.
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Acetaminophen Harmful Increased risk of severe outcomes and mortality.
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Remdesivir Harmful Increased mortality with longer followup. Increased kidney and liver injury, cardiac disorders.
Zizyphus lotus may be beneficial for
COVID-19 according to the study below.
COVID-19 involves the interplay of 400+ viral and host proteins and factors providing many therapeutic targets.
Scientists have proposed 11,000+ potential treatments.
c19early.org analyzes
210+ treatments.
We have not reviewed Zizyphus lotus in detail.
, Potencialidades e riscos de espécies vegetais empregadas na terapêutica e/ou prevenção da COVID-19: revisão integrativa, OBSERVATÓRIO DE LA ECONOMÍA LATINOAMERICANA, doi:10.55905/oelv22n5-042
Desde o início da pandemia do novo coronavírus, houve grande preocupação diante de uma doença cujos possíveis impactos e morbidade ainda eram desconhecidos, iniciando, assim, uma corrida na descoberta de um tratamento para esta doença. Nesse sentido diversas pesquisas foram e estão sendo realizadas em busca de espécies vegetais passíveis de serem utilizadas na terapêutica da COVID-19. Portanto, esse estudo tem como objetivo realizar revisão de estudos etnodirigidos de espécies vegetais referenciadas na terapêutica e/ou prevenção da COVID-19. Foi realizada uma busca nas bases Scielo, LILACS e PubMed entre 2020 a 2022. Foram selecionados 32 artigos, predominando os de língua inglesa (n= 30), em 2021 (56,25%) e nos países Irã, Índia e Estados Unidos (15,62%); 86 espécies vegetais foram referidas, pertencentes a 51 famílias, com predomínio de Asteraceae e Laminaceae. As espécies mais referidas foram Glycyrrhiza glabra L. (4,65%) e Nigella sativa L. (3,48%), predominando o uso da raiz (29,4 %), preparadas como extrato aquoso (23,5%). Para futuros trabalhos, deve ser estimulada a continuidade dos estudos de validação com tais espécies, fundamentados na certificação de eficácia, segurança e qualidade; afim de minimizar os riscos do uso popular de produto inadequado e contribuir na pesquisa e desenvolvimento de um futuro bioproduto no tratamento do SARS-CoV-2.